sábado, 3 de fevereiro de 2018

Achamos Água! - parte 4


Isaque não era um homem belicoso, antes era pacífico, cordato e por vezes "levou o prejuízo para casa" e apenas retirou-se para outras paragens para não aumentar a discórdia e o ódio.

A sua colheita (v.12) despertou a inveja (v.14) dos "amigos de seu pai" e estes não se controlaram. Entulharam todos os seus poços (v.15) e "amistosamente" o expulsaram de suas terras (v.16). Isaque vai morar no vale, lugar menos fértil, mais árido e acidentado (v.17). Abraão havia deixado mapeado para Isaque os lugares dos poços no vale de Gerar (v.18), mas os filisteus conheciam os lugares e, de antemão, os entulharam. Isaque torna-se o desentulhador de poços, o caçador de águas, o cavador de poços.

E ele acha água em um dos poços que seu povo cava, contudo, os filisteus disputam com ele a posse daquele poço e, novamente ele, para não iniciar uma guerra, desiste. Chama aquele poço de Eseque, "contenda" no hebraico.

Mas os pastores de Gerar discutiram com os pastores de Isaque, dizendo: "A água é nossa! " Por isso Isaque deu ao poço o nome de Eseque, porque discutiram por causa dele. Gn. 26.20

Aquelas pessoas contendem com ele e disputam violentamente a posse daquele poço.

Diligentemente, Isaque cava um outro poço e encontra água mais uma vez. Os filisteus, com um ímpeto maior ainda, contendem com ele por sua posse e impingem novo confisco de poço. Isaque nomeia o poço de Sitna, Acusação na língua hebraica. 


"Então os seus servos cavaram outro poço, mas eles também discutiram por causa dele; por isso o chamou Sitna." Gn. 26:21


Esse nome remete ao nome Satanás, o Acusador. Aqui Isaque percebe que não luta contra homens apenas, mas contra algo maior e mais maléfico que seres humanos.

Isaque, mais uma vez, sacode a poeira, muda a área de busca e cava um novo poço. Encontra água e por este poço os filisteus não disputam. 

"Isaque mudou-se dali e cavou outro poço, e ninguém discutiu por causa dele. Deu-lhe o nome de Reobote, dizendo: "Agora o Senhor nos abriu espaço e prosperaremos na terra" Gn. 26.22

Era, provavelmente, um poço com pouca água e, talvez, os filisteus pensassem que as àguas deste poço se esgotariam rápido ou, desistiram de perseguir Isaque ao ver que ele sempre achava água. Isaque comemora o feito e enxerga um novo tempo chegando para ele e todos os seus. Chama o poço de Reobote, "Largueza" na língua original. Entende ele que Deus estava dando-lhe paz, espaço e recursos para empreender uma busca ainda mais profícua. Reobote era o lugar aonde Isaque poderia ficar longe da perseguição e da inveja dos seus "amigos". 

Em tempos de crises, de sequidão e vale a aridez se dá nos relacionamentos, na trama social e na escassez dos recursos. A inveja é ainda maior e, por conta disso, muitas pessoas se ajuntam para "entulhar os poços" daquele que prospera com seu trabalho e aproveita melhor as suas oportunidades. Até mesmo querem tomar o produto de investimentos e trabalho de outrem, bem como, de seus familiares.

Um outro ponto que o texto nos permite afirmar é que existe um perigo não ignorado inteiramente pelos cristãos , mas é fundamental lembrarmos: Satanás está vivo e ativo no planeta Terra! Ele impulsiona o pior nas pessoas, quer destruir o ser humano.

"pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais." Ef.6.12

O Deus que nos chama para peregrinar é o mesmo Deus que protege nossa família, casamento, investimentos, trabalho; até mesmo os animais que habitam conosco (Dt.28.1-12).

Metaforicamente, em algum momento na vida, desentulhar os poços, procurar água é tudo a fazer, cavar poços é o que dá para fazer. E, mesmo nessa fase da vida, Deus está dá a Sua bênção aonde a planta do nosso pé pisar! Deus abençoa a fidelidade, o trabalho duro e diligente. Isso não é teologia da prosperidade, mas uma teologia da sobrevivência! 

"restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome." Sl. 23.3

Haverá um lugar de largueza e descanso para você também. Haverá um lugar aonde os seus "amigos" não disputarão. Tempo de paz para continuar, água suficiente para a próxima etapa.

"Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice." Salmos 23:4,5

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

O que me importa, agora?



Passa tempo, vai se embora!
O que me importa, agora?

Sou mais e tenho menos,
Quiz salvar os pequenos,
Fui esquecido, tirado do jogo!
Não desisto; fogo contra fogo!

O tapa no rosto já ferido,
Despertou-me da inocência.
Caminho incompreendido,
Não espero mais clemência.

Passa tempo, vai se embora!
O que me importa, agora?

O combate será até a morte,
Inexorável derrocada?
Não morrerei, Deus é minha sorte!
Meu escudo, Espada!

Ouço que versos não vencem a cova,
Nem a realidade crassa, dorida.
Afirmo que a poesia socorre nessa hora,
Traz de volta a luz, a Esperança se aflora.
Ela lembra que O Poeta é o Autor da Vida!

Passa tempo, vai se embora!
O que me importa, agora?
Há Vida para além do tempo,ora!

Alguns amigos não mais vejo,
Por quê não somos mais prioridade?
Será que isso é apenas ensejo
Para a uma existencial mediocridade?

Volto para o Evangelho que traz de volta o que se perdeu!
O Reino que não é deste mundo!
Que faz do frívolo, profundo!
Que salva uma pessoa, como eu!

Passa tempo, vai se embora!
O que me importa, agora?
Tudo me importa, aqui dentro e lá fora!




domingo, 28 de janeiro de 2018

CURSO DE TEOLOGIA- Nível Médio

Propósito do curso: 

Formar cristãos capazes de formular sua fé e contextualizar os ensinos de Jesus em sua realidade. Proporcionar às igrejas e ministérios servos e servas de Deus que manejam bem a Palavra da Verdade e não tem do que se envergonhar.

Grade Curricular do Curso de Teologia - Nível Médio 

Bibliologia - Doutrina das Escrituras 
Teologia- Doutrina de Deus
Cristologia - Doutrina de Cristo
Pneumatologia - Doutrina do Espírito Santo
Antropologia - Doutrina Sobre o Homem
Hamartologia - Doutrina Sobre o Pecado
Soteriologia - Doutrina da Salvação 
Eclesiologia - Doutrina Sobre a Igreja
Angeologia - Doutrina Sobre Anjos
Demonologia - Doutrina Sobre Satanás 
Escatologia - Doutrina sobre as Últimas Coisas 
Missiologia - Doutrina Sobre Missões

Informações Importantes:


Teremos os ensinos ministrados pelo Pr. Carlão e outros pastores ou professores convidados. Ao final de cada Módulo, teremos palestras com mestres, teólogos ou pastores para reforçar os temas aprendidos.
O investimento será de 50 reais mensais.
As aulas terão a duração de 50 minutos cada, com início às 8:30h e término às  12:00h de sábado, com um intervalo de 15 minutos.
Conforme aproveitamento, necessidade e interesse, a periodicidade quinzenal poderá ser semanal.
O curso será ministrado à Rua Rui Abadio Rodrigues, 191, Jardim Yeda, Campinas/SP.


Formação do Pr. Carlos C. Rodrigues:

Bacharel em Teologia - FTBC (Faculdade Teólogica Batista de Campinas (2006) reconhecido pelo MEC pela Unicesumar (2011)
Lincenciando em História pela Unicesumar
Igreja que pastoreia: Comunidade Evangélica Luterana Renovada de Campinas


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Contato: (19)99535-6780 (Whatsapp)




sábado, 27 de janeiro de 2018

Achamos Água! - parte 3



Isaque, após um começo vexatório, mostrando que não confiava na proteção de Deus sobre seu casamento, se atira ao trabalho e ao cuidado de suas posses e bens. Lavra a terra, planta, rega e confia em Deus para mandar a chuva, livrar seu rebanho das pestes, da morte entre seus queridos e das pragas a sua lavoura (Sl. 91). Deus lhe abençoa muitíssimo,



"Isaque semeou naquela terra, e no mesmo ano colheu o cêntuplo; e o Senhor o abençoou.
E engrandeceu-se o homem; e foi-se enriquecendo até que se tornou mui poderoso;
e tinha possessões de rebanhos e de gado, e muita gente de serviço..." Genesis 26.12-14a

Infelizmente, descobrimos que a bênção de Deus é vista, observada e temida por aqueles que, às vezes, nos dão alegres boas-vindas.
"...de modo que os filisteus o invejavam." Genesis 26.14b
Esse é um tipo de ensinamento que não gostamos de lecionar, pela polêmica e a vil deturpação de pessoas mal intencionadas, mas a Igreja de Deus precisa estar atenta: 
Deus se agrada sim, com a prosperidade que vem da integridade de caráter, de um coração reto, de uma pessoa temente a Deus e que se desvia de todo mau (Jó 1.1-5). A bênção de Deus vem com muito trabalho na terra da nossa peregrinação. Ele abençoa, nos coloca mais nas mãos para que, junto a nós, venham se aninhar pessoas, famílias inteiras, até mesmo animais domésticos  (26.14; Dt. 28.1-14; Mt.13.31, 32).

Somos abençoados com toda a sorte de bênçãos (Ef.1.3), mas é certo que temos que tomar posse das bênçãos que Deus dá aos Seus filhos (que fique claro: nem sempre isso significa riqueza material!) através da fé, do trabalho e da santidade na e da vida. Logicamente, a bênção de Deus não é somente prosperidade financeira, mas virtudes morais, companhia espiritual e pessoal no Caminho (Sl.23) e alegria no lar (Sl.127). 
E, logicamente, essas bênçãos são parte de toda a inveja contra os filhos de Deus e de Sua Igreja.
Isaque foi desinstalado pela seca e a fome, foi peregrinar na "Terra do Pernoite" (Gerar) e lá, graças a provisão e o cuidado de Deus, prosperou, atraiu muita gente e responsabilidades para si. Atraiu também a inveja dos seus ditos "amigos"e, este é um dos efeitos colaterais de seu sucesso, contudo, o plano eterno de Deus estava em marcha e ninguém iria pará-lo.

CONTINUA...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Achamos Água! - parte 2




Isaque não confiava nos habitantes de Gerar e temeu ser morto pelos homens daquele lugar. O motivo era que sua mulher era muito bonita e esses homens poderiam matá-lo e tomá-la como esposa. E assim, ele mentiu a todos do lugar que sua esposa era sua irmã.

Abimeleque (Meu Pai é o Rei), título honorífico e não nome próprio, ao olhar pela janela viu que Isaque fazia gracejos com Rebeca e notou que havia mais intimidade nas brincadeiras do que seria aceitável entre irmãos de fato. Isaque demonstra o mesmo receio que seu pai, Abraão, sentiu quando desceu para o Egito e transpareceu o mesmo caráter duvidoso.


Importante: O texto, no original hebraico, faz dos termos “Isaque e Gracejo” um jogo de palavras. Isaque significa “sorriso” (Yçhaq) e gracejo é a palavra derivada “Meçaheq” (Bíblia de Jerusalém página 67-comentário de Gênesis 26.8). Fica assim “O Sorriso gracejava com Rebeca”.

Na lida pastoral diária, percebo que muitas vezes os homens têm esse mesmo comportamento de Isaque. Quando percebem que suas esposas, namoradas, noivas são belas e atraentes, quase sempre entram na “casinha da negação”: “ela é muito bonita para mim”, “melhor não assumir nenhum compromisso porque algum homem pode querer disputá-la comigo e eu vou perder”. Isaque era já homem experiente mas, tinha medos, inseguranças, imaturidade emocional. Demonstrou muita imaturidade espiritual ao não confiar na promessa de Deus,

Peregrina nesta terra, e serei contigo, e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão teu pai” Genesis 26.3

 Apesar do comportamento de Isaque, Deus mostra como Ele cuida dos seus:


E disse Abimeleque: Que é isto que nos fizeste? Facilmente se teria deitado alguém deste povo com a tua mulher, e tu terias trazido sobre nós um delito.E mandou Abimeleque a todo o povo, dizendo: Qualquer que tocar neste homem ou em sua mulher, certamente morrerá. Gênesis 26:10,11


O começo no meio daquele povo não foi satisfatório. Isaque mostrou medo e insegurança e não confiava na proteção de Deus. Mesmo assim, conseguiu a simpatia de Abimeleque e ficou por ali por algum tempo. No Lugar de Pernoite não era o seu lar, era desconfortável, mas ficou por ali algum tempo. 

Deus tira Isaque do conforto e chama para a terras estranhas. Contudo, Ele mostra que na terra em que Ele chama para peregrinar é Ele que protege e cuida de sua família, de seu casamento, de seus rebanhos.

CONTINUA...

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Achamos Água!

 Houve fome naquela terra, como tinha acontecido no tempo de Abraão. Por isso Isaque foi para Gerar, onde Abimeleque era o rei dos filisteus.  Gn. 26.1

Isaque foi um jovem muito bem-criado. Seu pai era rico e ainda, aprendeu em casa uma fé vibrante, a ser um homem temente a Deus e a ser um líder. No entanto, tal “berço de ouro”, não o poupou das dificuldades e crises que se abatem na vida.

 Após a morte de sua mãe, Sara, ele passa por um período de intenso luto e, no final deste tempo, conhece e se casa com Rebeca; ela o ajuda a superar a morte da mãe (Gn. 24.67), mas traz um problema insolúvel para a época, ela era estéril (Gn. 25.21a). Abraão morre e, nesse tempo, o texto não diz, parece que Isaque estava mais preparado para o luto. Isaque habitava em Beer-Laai-Roi, O Poço do Senhor Que Me Vê e Ouve, então ora e Deus atende suas orações e sua esposa engravida de gêmeos que seriam, cada um a seu modo, patriarcas de nações. Parecia que as demandas da vida seriam mais tranquilas, agora. Não foram.

Houve um tempo de seca, de fome e de desinstalação. Isaque e sua família precisam buscar novas pastagens (26.1), outros poços, novas terras, novos vizinhos. Deus dá uma diretriz irrevogável a Isaque: Não Desça ao Egito! Poderia haver comida e água por lá, mas o Egito seria para Isaque a crise de fé por conta da idolatria, o enfraquecimento do ser que aprende no esforço diário a força que tem os seus braços e atitudes. Ficaria longe de alcançar as promessas feitas a seu pai Abraão.
Peregrina nesta terra, e serei contigo, e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão teu pai;
E multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e darei à tua descendência todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra;
Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis.
Assim habitou Isaque em Gerar.
Isaque vai para Gerar, literalmente “Lugar de Pernoite”. Ele veio peregrinar, veio se alojar provisoriamente em Gerar. Deus disse “peregrina nesta terra”, não disse “habite aí”.

CONTINUA...

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

O Mau Ignorado Não É o Mau Vencido!


Atualmente, escrever sobre a ação do diabo é motivo de piada ou asseverações que culpabilizam o ser humano pelo mau no mundo. Alguns cristãos admitem uma ínfima culpa a Lúcifer, mas acusam a igreja como o local das maiores mentiras e maldades de todos os tempos.

Contudo, o cristão que conhece o texto bíblico e dele faz a sua visão de mundo, não despreza o mau, não deixa seu entendimento espiritual adormecer. 
O texto de Lucas 22.1, 2 mostra os fariseus preocupados com a ascensão popular de Jesus e procuravam um meio de detê-lo, principalmente em tempos como a concentração popular em Jerusalém para a Páscoa. Não sabiam como prendê-lo sem que a multidão se inflamasse, não  o conheciam pessoalmente muito bem para reconhê-lo e nem sabiam aonde encontrá-lo durante a noite pois, era a hora de menos pessoas nas ruas e por isso mais seguro prendê-lo. 
O texto de Lc. 22.3 diz:


 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.


Satanás entrou em Judas e ele foi ao encontro dos fariseus com um endereço, uma estratégia e uma hora ideal. 

E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com os capitães, de como lho entregaria; 
Os quais se alegraram, e convieram em lhe dar dinheiro. 
Lucas 22:4-5


Como diz um ditado evangélico "o diabo não brinca de ser diabo". O Acusador conhece um por um dos seus inimigos, busca auxiliares e escravos para o seu plano. Tem uma hora precisa para agir e, biblicamente, tem alguns dos seus infiltrados no meio do povo de Deus que "apontam" pessoas e tem uma estratégia perfeita para conseguir o seu intento. 
A palavra de Deus diz: 

 Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; I Pe. 5.8
Satanás encontrou em Judas alguém que estava pronto para realizar parte de sua estratégia. Judas era desonesto com as ofertas recebidas, era mentiroso e estava decepcionado com o ministério de Jesus. A visão que tinha de um rei messiânico não era a que Jesus lhe fornecia. Ele queria a revolta, a revolução, o sangue dos romanos, a vingança pelos anos de opressão do governo romano. Jesus mostrou um Reino que era primeiro interior, autotransformação e, depois, mensagem viva e pregada na e pela vida dos seus discípulos. Não era um Reino belicoso, mas espiritual, amoroso. Judas decepcionou-se. Na sua frustração, o Diabo entrou e fez da sua história uma desonra completa. Talvez, recobrando a razão em seus momentos finais, o controle momentâneo, viu o que fez ao entregar a morte o melhor de todos os homens. Como nunca entendera a mensagem de Jesus nos três anos que o seguira, resolveu buscar a sua redenção egóica e histórica no suicídio. Enforcou-se.

Satanás continua atuante e estratégico. Pensar que ele não influencia, não se apodera das pessoas e mesmo que não exista é tudo o que o faz mais forte e eficaz. Cuidado!


Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Efésios 6:11,12


Que Deus nos proteja em Seu Esconderijo! 
Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Salmos 91:1
Que Ele não nos deixe cair em tentação!
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Mateus 6.13
     Deus te abençoe!